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Uma viagem pelos mares e pelo mundo da televisão


Data: 18/01/2018
Autor: Turma do 4º ano


No dia dezoito de janeiro, pelas nove e meia, seguimos viagem até à cidade do Porto.

Logo que chegámos, lanchámos, fizemos uma sessão fotográfica para o nosso livro de finalistas e ainda tivemos a possibilidade de observar o elétrico.

Muito animados, dirigimo-nos até ao Museu “World of Discoveries”, para aprofundar os nossos conhecimentos sobre os descobrimentos. Esta visita foi iniciada com a visualização de um vídeo sobre esta fase da nossa história, apresentado pelo Infante D. Henrique, o impulsionador dos descobrimentos.

De seguida, fomos para uma sala que continha réplicas das embarcações usadas pelos portugueses e os instrumentos utilizados, como o astrolábio, o quadrante, a bússola…

Depois de alguns momentos de investigação, navegámos até uma sala, na qual percebemos as diferentes profissões necessárias na embarcação, observámos estátuas, explorámos globos e analisámos documentação sobre os mitos existentes naquela era.

A terceira sala representava o interior de um barco. Neste local, descobrimos que o escorbuto era uma doença causada por falta de vitamina C, percebemos como é que os marinheiros dormiam, o que comiam, o que faziam à tripulação que morria a bordo, os cuidados de higiene que tinham… Ainda neste lugar, achámos curioso o povo da Índia ter oferecido um rinoceronte aos portugueses. O nosso guia explicou-nos que o rinoceronte tinha sido levado para o nosso rei, mas este considerou adequado oferecê-lo ao Papa.

Rumo à seguinte sala, encontrámos uma estátua animada de um carpinteiro que, juntamente com outra personagem, construía um barco. Nesta divisão também observámos o padrão dos descobrimentos, o qual era usado para marcar a conquista de novas terras pelos portugueses.

Por fim, embarcámos e simulámos o itinerário executado pelos marinheiros da nossa nação, ao navegarem por mares nunca antes navegados. Muito entusiasmados, entrámos num barco e viajámos até à Índia, Brasil… Seguimos pela boca do Adamastor e dobrámos o Cabo Bojador, tal como Gil Eanes no ano de 1434. Que aventura!

Após esta viagem incrível, comprámos algumas recordações alusivas aos descobrimentos e almoçámos.

Passado algum tempo, deslocámo-nos até ao Museu dos Transportes e das Comunicações.

Neste edifício, construído num local onde há cerca de cento e sessenta anos existia uma praia fluvial, realizámos experiências com o som e, por último mas não menos importante, elaborámos um programa de televisão. Neste, fomos bailarinas, operadores de câmara, realizadores, apresentadores, comentadores desportivos… Sentimo-nos umas verdadeiras estrelas!

Muito satisfeitos e com conhecimentos mais abrangentes, regressámos à escola preparados para mais aventuras.

 
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